PT| Bio

Judite Canha Fernandes, Funchal, 1971, é escritora e dramaturga. Publicou poesia, romance, novela, conto, e literatura infanto-juvenil.

Foto de Renata Pires – Junho 2024

A leitura oferece-nos uma beleza que não esconde as impurezas e as imperfeições; pelo
contrário, vai no seu encalço, expondo-as ao nosso olhar, como quem aposta em demonstrar que a beleza literária fala do feio sem soçobrar, mas recriando a língua com palavras originais

Recensão a Um passo para sul de Leonor Sampaio Silva

É doutorada em Ciência da Informação, licenciada em Ciências do Meio Aquático e pós-graduada em Biblioteca e Arquivo. Entre 2011 e 2016, foi representante da Europa no Comité Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. Entre outros prémios e menções especiais do júri, foi prémio Agustina Bessa Luís, duas vezes semifinalista do Prémio Oceanos (2018 e 2020) e menção honrosa no Prémio Literário Ferreira de Castro (2018 e 2021), foi menção especial do Júri no Prémio Literário Dias de Melo. O seu romance Um Passo para Sul foi nomeado como melhor livro de ficção narrativa em 2019 pela Sociedade Portuguesa de Autores e faz parte do Plano Nacional de Leitura 2020-2027. Mel sem Abelhas, o seu último romance, venceu o Prémio Literário Edmundo Bettencourt em 2024. É uma das mulheres retratadas em Mulheres do meu País – Século XXI. Publicada em várias antologias, foi traduzida para espanhol, inglês, italiano, francês e alemão. É publicada em Portugal pela Gradiva , Companhia das Ilhas e Pato Lógico , em Espanha pela Caleidoscopio de Libros e pela Crea ediciones, no Brasil pela Urutau , e em Itália pela Asterisco Edizioni e pela Nazione Indiana . A sua obra, que já foi adaptada para cinema, rádio e composição musical, é objeto de investigação em várias universidades.

«Para primeiro romance,
Um passo para sul, de Judite Canha Fernandes é, sem exagero, perfeito.»
Miguel Real, Jornal de Letras

«en “o mais difícil do capitalismo é encontrar o sítio onde pôr as bombas” hai tamén unha xeografía alterna. Unha serie de poemas distribuídos ao longo da obra que son illas iluminadas.»Rodrigo
Herrera Alfaia, El Salto Diario, Galiza