Judite Canha Fernandes, Funchal, 1971, é escritora e dramaturga. Publicou poesia, romance, novela, conto, e literatura infanto-juvenil.

A leitura oferece-nos uma beleza que não esconde as impurezas e as imperfeições; pelo
Recensão a Um passo para sul de Leonor Sampaio Silva
contrário, vai no seu encalço, expondo-as ao nosso olhar, como quem aposta em demonstrar que a beleza literária fala do feio sem soçobrar, mas recriando a língua com palavras originais
É doutorada em Ciência da Informação, licenciada em Ciências do Meio Aquático e pós-graduada em Biblioteca e Arquivo. Entre 2011 e 2016, foi representante da Europa no Comité Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. Entre outros prémios e menções especiais do júri, foi prémio Agustina Bessa Luís, duas vezes semifinalista do Prémio Oceanos (2018 e 2020) e menção honrosa no Prémio Literário Ferreira de Castro (2018 e 2021), foi menção especial do Júri no Prémio Literário Dias de Melo. O seu romance Um Passo para Sul foi nomeado como melhor livro de ficção narrativa em 2019 pela Sociedade Portuguesa de Autores e faz parte do Plano Nacional de Leitura 2020-2027. Mel sem Abelhas, o seu último romance, venceu o Prémio Literário Edmundo Bettencourt em 2024. É uma das mulheres retratadas em Mulheres do meu País – Século XXI. Publicada em várias antologias, foi traduzida para espanhol, inglês, italiano, francês e alemão. É publicada em Portugal pela Gradiva , Companhia das Ilhas e Pato Lógico , em Espanha pela Caleidoscopio de Libros e pela Crea ediciones, no Brasil pela Urutau , e em Itália pela Asterisco Edizioni e pela Nazione Indiana . A sua obra, que já foi adaptada para cinema, rádio e composição musical, é objeto de investigação em várias universidades.

