Poesia

CARTA DE AMOR AO PESADELO

Urutau,

2023

(…) São aqueles livros de que intuímos ter necessidade no futuro e cujo universo antecipamos vir a precisar de frequentar, um dia, pelo que, a favor de um uso hipotético, como refere Calasso, escolhemos deixá-los ocupar já um precioso espaço nas nossas estantes em construção. “Carta de Amor ao Pesadelo” é precisamente um desses raros objetos editoriais que nos permitem interligar, quais observadores de constelações à procura de vestígios dessa relação universal nos corpos celestes (…). Então, deito-me sobre a relva, o coração refletindo no espelho noturno a leitura maravilhada dos poemas da Judite, e apercebo-me de
que todas as cartas de amor são deambulações sobre o azul cobalto, solar e feito de lã. E de como havia já dentro de mim espaço para ser ocupado por estes versos. (Minês Castanheira, escritora)

A MORTE DOS ANIMAIS MARINHOS

In-Libris, 2023

em A cidade do Porto, obra de Bernardino Pires

CEM DEFINIÇÕES PARA O MAR

Companhia das Ilhas, 2022

Muito Mais Que Paisagem

A FÚRIA DA LOIÇA DA CHINA

Urutau, 2018 (Portugal, Brasil)

LA FURIA DA PORCELANA
CHINA

Editorial Crecida, 2022, Espanha

Judite Canha Fernandes convídanos en A fúria da loiça da China a reformular todo o que pensamos verdade” (Revista de Crítica literária A Sega)

O MAIS DIFÍCIL DO CAPITALISMO É ENCONTRAR ONDE PÔR AS BOMBAS

Urutau, 2017, 2021

Semifinalista Prémio Oceanos 2018;
esa é tamén a lírica que honra Judite Canha, capaz de expor esa orde tenra da vida, que sutilmente se opón ao peso baleiro das palabras no mundo da barbarie. (El Salto Diario, Galiza). “Pero a Judite conségueo; consegue ás veces mesmo dentro da miseria un pedazo de beleza que nos impacta por insospeitada.” (Revista de Crítica literária A Sega)

PODEMOS AMAR OU PODEMOS

Urutau, 2019